terça-feira, 28 de abril de 2009

Ser mãe (é isto também)










Ser mãe é chegar do trabalho e ganhar um beijo estalado e um abraço apertado.

Ser mãe é deixar louça suja na pia e ir assistir Pica Pau bem tranquila no sofá.

Ser mãe é aprender a comer direito pra dar o exemplo.

Ser mãe é ganhar um bom dia com um beijinho sonolento todo dia.

Ser mãe é dizer “Eu te amo” toda hora e achar que não foi clara o suficiente.

Ser mãe é sorrir quando se tem vontade de chorar.

Ser mãe é chorar, mas ter uma mãozinha acariciando seus cabelos.

Ser mãe é dar: amor, carinho, atenção, abraços, beijinhos, broncas, declarações de amor.

Ser mãe é receber tudo isso de volta. Em dobro.

Ser mãe é deixar de comprar uma bolsa nova pra comprar um tênis pro filhote.

Ser mãe é deixar de assistir novelas porque as cenas são muito pesadas pra uma criança de 3 anos.

Ser mãe é contar milhões de vezes a mesma história.

Ser mãe é ouvir outras milhões de vezes a mesma musiquinha.

Ser mãe é chamar quatro ou cinco vezes pro banho.

Ser mãe é difícil.

Mas ser mãe é MARAVILHOSO


Obrigada Pai, por ter me presenteado com o mais puro e verdadeiro amor, mesmo após broncas, castigos, recebo de volta um beijo sincero e um EU TE AMO que acaba com todo mal humor, cansaço, estress que for, perdão meu filhote, pelos meus maus momentos que acabo descontando em vc que não tem culpa alguma, perdão pelas palavras pesadas, pelos gritos, pela falta de carinho, pela falta de paciência, pela falta de dialogo, por não te dizer a todo momento o quanto te amo, o quanto te quero o melhor, o quanto quero ser a melhor mãe e acabo errando, perdão por não te abraçar a todo momento.

















SER MÃE

Este texto é longo, mas vale a pena ler, fonte Momento Espírita.


SER MÃE
A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.
O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.
Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?
E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.
É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.
Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.
* * *
A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe. E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Dia das mães, de autoria de Sharon Nicola Cramer e no cap. Isso vai mudar totalmente a sua vida, de autoria de Dale Hanson, ambos extraídos da obra Histórias para aquecer o coração, v. 2, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.Em 24.06.2008.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Final de semana

Bom, neste final de semana,aconteceu um misto de sentimentos, no sábado foi hiper agradável, um churrasquinho em casa com amigos especiais, nos divertimos, comemos e bebemos, e no domingo, bem enfim, uma tristeza sem fim, 90 minutos de agonia, de raiva, de tristeza, de choro, meu time do coração perdeu, mas esse não é o problema, o problema é perder para o corinthians, mas tudo bem, um dia temos que deixar os outros times ganharem tbm.
Rogério Ceni, bons fluidos para vc, que sua recuperação seja bem sucessida, e que vc volte como sempre foi O MELHOR DO MUNDO.
Que nossa semana seja abençoada.
Beijos

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Diferente

Queria poder ser diferente, ser diferente no modo de agir, sou muito compreensiva aceito tudo o que me falam, mesmo que isso me faça mal, na hora não digo nada, fico só engolindo, mas terá hora que esse sapo não será tão fácilmente digerido, dai dará problema, serei grossa, serei ofensiva, não terei papas na língua, pois infelizmente, ou felizmente, sou de carne e osso, tenho sangue nas veias,mas o nosso DEUS é maior do que tudo e Ele me auxiliará para agir com cautela.